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Sobreviventes relatam como é escapar da morte por um triz (Video e texto)

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Sobreviventes relatam como é escapar da morte por um triz (Video e texto)

Mensagem por Admin em Seg Set 19, 2011 10:10 pm



Sorte, providência divina, presença de espírito: como será passar por um susto e ver a morte bem de perto?

Um dos maiores engavetamentos da história do país, na rodovia dos imigrantes, São Paulo, não foi o único acidente da semana a chamar a atenção pela força das imagens. Em Goiânia, um monotor caiu no quintal de uma casa, e surpreendentemente ninguém se feriu.

Como será passar por um susto desses, e ver a morte bem de perto? Sorte, providência divina, presença de espírito?

Depois que passa, cada um busca sua própria explicação, mas na hora do susto não dá para pensar em nada. Foi assim quinta-feira (15), em um dos maiores engavetamentos da história do país. Na Rodovia dos Imigrantes, que liga o litoral a São Paulo, uma cena de horror.


“Já vi muito acidente, mas que nem esse aqui. Todo mundo correndo e só estourando pneu, estourando tudo que era coisa. Foi demais mesmo”, conta o motorista Donizeti José da Silva.

“Meu deus do céu. Vi aquelas fazendo ‘tuf’, ‘tuf’. Ouvia uma bombinha, uma atrás do outra”, lembra o motorista Juliano Prado da Silva.

A equipe do Fantástico tentou chegar até o local do acidente. Até certo ponto, a equipe foi escoltada por uma ambulância e a partir de lá, os carros ficaram para trás. Para chegar mais adiante, só a pé. Chovia e a neblina era muito forte praticamente não se enxergava nada, só as luzes dos carros da polícia, dos bombeiros e as ambulâncias.

“Eu estava no carro ali, foi quando eu parei não bati, mas me acertaram na traseira eu joguei pro mato e corri. Aí o caminhão começou a pegar fogo, aí foi feio o negócio”, afirma o motorista Gilberto Batista.

A primeira impressão era de que realmente haveria muitos, muitos mortos. As proporções do acidente foram tão grandes, que a polícia rodoviária teve até dificuldade de saber o número exato de veículos envolvidos. Primeiro se falou em 50, depois 100 e esse número chegou a cerca de 300, 300 veículos envolvidos nesse acidente.

O único morto foi o motorista de uma carreta, a maioria dos cerca de 60 feridos se machucou levemente. Duas pessoas tiveram ferimentos graves, e centenas tiveram a nítida sensação de ganhar uma segunda chance.

“Quando bateu, já bateu pegando fogo. Daí a porta travou, não conseguia mais sair. Enroscou a perna, mas consegui sair”, lembra Donizeti. “Escapei por um triz. Hoje é meu aniversário de novo”, completa.

Pai e filho estavam em um carro, esmagado entre dois caminhões. “Foi muito rápido, né. Eu parei o carro atrás do caminhão,na hora sabia que a neblina tava muito forte. Então, vou ter que sair daqui correndo. Quando chegou no acostamento começou toda batida”, afirma o filho Marcelo Pinheiro Costa.

“Todas as pessoas simplesmente paravam e tiravam foto da gente. Eles não acreditavam que aquele carro era o nosso”, conta o aposentado Antônio Augusto Costa.

Situações-limite também em outros pontos do Brasil. O olhar da estudante Stela Fernandes Rodrigues parece procurar uma resposta para o que aconteceu. “A gente fica assim pensando mais nas hipóteses, do que poderia ter acontecido. Foi por um triz. Foi assim, foi uma coisa por milímetros.”

Na quarta-feira passada, um monomotor caiu no quintal da casa dela. Ela e os dois irmãos estavam brincando na piscina, quando o avião veio caindo na direção deles. “Eu vi que ele tava muito baixo, porque ele tava muito grande. Do jeito que ele passou por mim ele só parou ali na parede”, lembra.

Fios arrebentando, risco de choque. Ela achou que não iria escapar. “Desespero de nadar, eu não conseguia nadar, a água tava muito pesada na hora. Mas, os meninos saíram, eu conseguir sair da piscina”, explica.

Escapar do que cai do céu mexe com qualquer um. “Pode acontecer de novo. Estou passando aqui e pode cair um caminhão em cima de mim ou um avião, que nem aconteceu lá na casa”, conta Danilo da Silva.

Em Praia Grande, no litoral de São Paulo o que caiu foi um caminhão. Imagem gravada em 2009 mostra o momento do acidente. O mais incrível dessa história é que enquanto o caminhão vinha desgovernado, uma pessoa vinha passando, era o Danilo, que escapou por um triz para contar essa história.


“Ouvi o barulho do pneu escapando do caminhão. Se eu tivesse passado três segundos atrasado o caminhão tinha caído em cima de mim e tinha morrido”, relembra o ajudante geral Danilo Aparecido da Silva. “Deu um branco na hora, não sabia o que ia fazer. Eu fiquei andando, até que voltou e escapei pela mão de Deus. Se não fosse Deus eu tinha morrido aquele dia”, completa.

Outra câmera de segurança, dessa vez em Maringá, no Paraná, em julho desse ano. Depois de roubar uma moto, o ladrão é perseguido pela polícia. No cruzamento, lá vem uma carreta. O menor infrator tenta frear, mas desliza por baixo do caminhão. E sai inteirinho do outro lado.

“No momento que ele caiu ele bate com a nuca no estepe da carreta. Se ele vai um pouquinho mais rápido, ele corria o risco de estar bem no meio do rodar da carreta, aí com certeza ele teria vindo a óbito no local”, conta o soldado Willian Araújo.

Neste sábado (17) quem escapou por pouco foram três pessoas que estavam em um avião monomotor. Ferro retorcido e queimado foi o que sobrou depois que a aeronave perdeu o freio, deslizou na pista em Cotia, na grande São Paulo, e explodiu assim que o piloto e os dois passageiros saíram.

Todos eles poderiam ter morrido. Mas escaparam por um triz e estão aí para contar, relembrar, agradecer.

Fonte: Fantástico




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