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Um crente (da ccb) na equipe de Emerson Fittipaldi

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Um crente (da ccb) na equipe de Emerson Fittipaldi

Mensagem por Admin em Ter Fev 14, 2012 1:13 pm




Geraldo Alves, o crente na solda



Geraldo Alves, o Geraldinho dos bastidores do automobilismo de competição, embora homônimo de sambista famoso está mais para filósofo. É de sua lavra, por exemplo, o pensamento de que não tem televisão porque "é personagem e não telespectador do mundo". Evangélico fervoroso, pai de sete filhos, Geraldo prega na igreja Congregação Cristã do Brasil, onde, entre outros "irmãos", é habitualmente ouvido pelo ex-boxeador Maguila e pelo ex-craque corintiano Biro-Biro.

Geraldinho participou de toda a vida automobilística dos irmãos Fittipaldi. Esteve com Wilson e Emerson desde que eles iniciaram a construção dos Fórmula Vê, passando por Volks bimotor e Fitti-Porsche, na década de 60. Soldou cada um dos Fórmula Vê que saíram da fábrica dos irmãos Fittipaldi e foram testados em pleno leito da avenida do Socorro, no bairro de Interlagos. Geraldo foi apresentado aos Fittipaldi por Chico Piciuto, co-projetista dos F-Vê que já conhecia a fama de bom soldador do jovem mineiro de 18 anos, nascido em Uberaba.

"Eu só não trabalhei com o Wilsinho quando ele foi para a Inglaterra, competir na Fórmula 3 européia, em 1969. Porém, tão logo ele iniciou o projeto do Fórmula 1, me chamou e me enviou para um estágio de especialização em soldas de argônio e alumínio na Embraer", conta orgulhoso o soldador.

Geraldinho não lembra exatamente os meses em que estagiou na sede da Embraer, mas garante que foi tempo suficiente para sair de lá "muito bom". E foi muito bom que se tornou o primeiro soldador da fábrica e especialista de confiança do projetista Ricardo Divila e de Itoh, o supervisor técnico.

Geraldinho também é generoso com os Fittipaldi: "Eu trabalhei a maior parte da minha vida com eles. Ganhei os melhores salários do mercado de mecânicos. Todos que colaboraram, na fase do Fórmula 1, se deram bem. Saíram com boa formação profissional e se estabeleceram com oficinas próprias."

Geraldo Alves garante que se lembra do protótipo desde que soldou a primeira longarina da estrutura do gabarito – "a alma do Fitti-1". Recorda cada peça agregada e enxerga no carro reconstruído pela Dana a sua impressão digital. "Acho que esse carro também é um pouco meu", reivindica emocionado.

Fonte:http://www.dana.com.br/cultural/nossos_projetos.asp?idTag=1061&idProjeto=1175

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