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Novo hinário da CCB Brás: os nomes dos autores dos novos hinos causam surpresa à Irmandade

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Novo hinário da CCB Brás: os nomes dos autores dos novos hinos causam surpresa à Irmandade

Mensagem por Admin em Ter Jun 19, 2012 10:22 pm



A Irmandade da Congregação Cristã no Brasil, administrada pelo Brás, foi surpreendida com a informação dos nomes dos autores dos novos hinos do hinário n° 5 a ser lançado “um dia”.

Nos registros da Fundação Biblioteca Nacional constam os seguintes autores:

· Jorge Couri (Ancião do Brás);
· Venusta Oliva Couri (esposa de Jorge Couri e irmã de Gerbes e Eleazar);
· Anna Spina Finotti;
· Gerbes Oliva (Ancião do Brás e cunhado de Jorge Couri);
· Eleazar Oliva (Ancião da Vila Sônia e cunhado de Jorge Couri);
· Amador Rubio;
· Marie Louise Lucienne Gonzales;
· Renato Carlos Nogueira Figueiredo;
· Silas de Oliveira;
· Midian Joezer Lavander Puozzo;
· Divanir Depret Vieira;
· Iricléia Bittar Fernandes;
· Fernando Samaan Granzote;
· Devanir Martinez; e
· Neide Esperidião.

A comprovação desta informação pode ser feito através do link:

CLIQUE FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL

Ao observarmos esta lista percebemos, além de muitos sobrenomes conhecidos, uma concentração de talentos artísticos nas famílias Couri e Oliva.
Vejam as opiniões de alguns Irmãos sobre este fato:

“Eu enviei 4 partituras de um dos melhores músicos da CCB, e os hinos foram rejeitados, pelos Cures da vida.”
“Em minha opinião: deveriam ter chamado e selecionados os melhores regionais por estado, para serem democráticos.”

“Acho que orar não adianta mais, Deus não está muito preocupado com a CCB, ele esta deixando rolar. o que tem que fazer, já esta sendo feito, o Samuel Trevisan começou a fazer por todos nós.”


Como se vê por estes depoimentos a situação dentro da Igreja está preocupante, a parte espiritual está minguando, revelação não tem mais: Deus, aos poucos, está saindo da Congregação Cristã no Brasil.

Um fato que chamou a atenção de quem tomou conhecimento deste informe da Fundação Biblioteca Nacional foi que o registro dos novos hinos ocorreu nos nomes particulares das pessoas; a pergunta que fica é: não poderia ter ocorrido o registro diretamente em nome da Congregação Cristã no Brasil?

A dúvida e preocupação das pessoas é que com isso a Congregação teria que pagar direitos autorais a estas pessoas e às suas famílias quando falecerem.

Uma característa da Obra de Deus é a consciência coletiva de que tudo de bom que acontece na Igreja é por Inspiração do Espírito de Deus, como estes novos hinos.

Assim seria conveniente informações mais detalhadas, por parte dos Anciães, sobre o por quê do registro destes hinos nos nomes particulares destas pessoas?

Como poderia a Igreja ter certeza de no futuro não ter que arcar com despesas com estes autores e seus herdeiros a título de direitos autorais?

Não discutindo religião, apenas observando procedimentos, lembramos que na sociedade houve um belo exemplo de uma nobre atitude de renúncia aos direitos autorais por obras escritas por inspiração espiritual; estamos falando de Chico Xavier responsável por mais de 400 livros publicados. Todos os direitos autorais destes livros, campeões de venda na comunidade espírita, são direcionados para obras assistenciais, não ficando nenhum centavo nem para Chico Xavier (já falecido) e nem para seus familiares. Com muito respeito pela parte espiritual ele dizia que a propriedade intelectual dos livros publicados era dos espíritos e não dele, por isso não deveria se apropriar; fora o fato de ser uma pessoa caridosa.

"... de graça recebestes, de graça dai." MT 10:8

Assim, na mesma linha de raciocínio ninguém poderia se apropriar do que não lhe pertencesse (pois pertence ao Nosso Deus), agindo assim teria que cobrar pela Palavra, pela Oração, pela Unção, etc.; porém desde o princípio da Obra nada se cobra e nenhum dos membros recebe remuneração por qualquer ato de boa vontade, nossa remuneração é a Vida Eterna com Glórias nos Céus se formos firmes e fiéis ao Nosso Deus.

Será que estamos sendo radicais e inconvenientes? Ou será que estamos colocando em prática o que aprendemos com os antigos?

Pedimos, no Amor de Deus, aos Anciães com temor diante do Criador, que esclareçam, documentalmente, a estas dúvidas da Irmandade.

Ética Já!

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