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Eldier






O suborno do diabo contra o diácono Estevão

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O suborno do diabo contra o diácono Estevão

Mensagem por Admin em Qua Jul 18, 2012 9:25 pm






"Estêvão, homem cheio da graça e do poder de Deus, realizava grandes maravilhas e sinais entre o povo. Contudo, levantou-se oposição dos membros da chamada Sinagoga dos Libertos, dos judeus de Cirene e de Alexandria, bem como das províncias da Cilícia e da Ásia. Esses homens começaram a discutir com Estêvão, mas não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito com que ele falava. Então subornaram alguns homens para dizerem: Ouvimos Estêvão falar palavras blasfemas contra Moisés e contra Deus." Atos 6:8 a 11

Contra o Espírito somente a força dos ignorantes, ainda que momentaneamente.

O desejo do justo é ser preenchido com a graça e poder de Deus, Estevão teve esse privilégio, através dele o povo recebia seus milagres. Como no lugar que habita justiça, sempre terá a oposição do diabo, homens induzidos pela ignorância, não tinham resistência contra o Espírito que falava, o suborno foi a melhor ideia, para tentar reprimir o Espírito que estava em Estevão.

Contra a graça não existe oposição, nem mesmo diante da morte, da blasfêmia, dos homens maus, dos subornos demoníacos. Alguns homens filhos da mentira, distorceram aquilo que falava Estevão — a verdade —, mentiram descaradamente, blasfemaram contra o Espírito, aceiraram suborno contra um justo, indicando que era ele que estava se opondo a Deus, cumprindo aquilo que diz:

"...todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada. Todo aquele que disser uma palavra contra o Filho do homem será perdoado, mas quem falar contra o Espírito Santo não será perdoado, nem nesta era nem na era que há de vir." Mateus 12:31 e 32

Estevão inocentemente foi preso, uma sombra do sofrimento de Cristo, levaram-no então perante o tribunal:

"Com isso agitaram o povo, os líderes religiosos e os mestres da lei. E, prendendo Estêvão, levaram-no ao Sinédrio. Ali apresentaram falsas testemunhas que diziam: Este homem não pára de falar contra este lugar santo e contra a lei. Pois o ouvimos dizer que esse Jesus, o Nazareno, destruirá este lugar e mudará os costumes que Moisés nos legou. Olhando para ele, todos os que estavam sentados no Sinédrio viram que o seu rosto parecia o rosto de um anjo. " Atos 6:12 a 15

A santidade habitava o corpo de Estevão, tanto que os membro do conselho, viram algo diferente na sua fisionomia, algo parecido com o rosto de um anjo, demonstrando o nível de ligação com Deus, o diácono estava apto para defender os interesses do reino, mesmo diante de falsas testemunhas, ele não estava se opondo a Moisés, porque foi o próprio guia dos israelitas, escolhido do Senhor no evento da sarça ardente, que declarou que após ele outro profeta se levantaria.

"O Senhor, o seu Deus, levantará do meio de seus próprios irmãos um profeta como eu; ouçam-no. " Deuteronômio 18:15

Cujo apóstolos reconheceram a veracidade da profecia:

"Achamos aquele sobre quem Moisés escreveu na Lei, e a respeito de quem os profetas também escreveram: Jesus de Nazaré, filho de José." João 1:45

O que representou Moisés e Jesus Cristo?

" Moisés foi fiel como servo em toda a casa de Deus, dando testemunho do que haveria de ser dito no futuro, mas Cristo é fiel como Filho sobre a casa de Deus; e esta casa somos nós, se é que nos apegamos firmemente à confiança e à esperança da qual nos gloriamos. "Hebreus 3:5 a 6

Estevão tinha conhecimento de todo esse processo, por ser participante das aflições de Cristo, foi levado para interrogatório diante do sumo sacerdote, que ousou pronunciar:

"São verdadeiras estas acusações? " Atos 7:1

A ironia dos acusadores, originou uma retórica fantástica, o Espírito discorreu maravilhosamente, todo o planejamento da salvação, da boca de Estevão aqueles ouvidos ouviram passagens inefáveis, como a promessa realizada a Abraão, o nascimento dos patriarcas (doze tribos), a vida de José no Egito, o exílio no Egito após a sua morte como cumprimento da profecia divina, o nascimento de Moisés, a aparição de Deus a ele em meio as sarças em chamas, as pragas do Egito, a saída do Egito, a passagem pelo Mar Vermelho, a profecia sobre Jesus (Atos 7:27), a idolatria do bezerro de ouro, o cativeiro na Babilônia, entre tantos fatos gloriosos. O furor dos ignorantes aumentava, a cada revelação de Estevão, principalmente diante da citação do profeta Isaías:

" Como diz o profeta: O céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés. Que espécie de casa vocês me edificarão? diz o Senhor, ou onde seria meu lugar de descanso? Não foram as minhas mãos que fizeram todas estas coisas? Povo rebelde, obstinado de coração e de ouvidos! Vocês são iguais aos seus antepassados: sempre resistem ao Espírito Santo! Qual dos profetas os seus antepassados não perseguiram? Eles mataram aqueles que prediziam a vinda do Justo, de quem agora vocês se tornaram traidores e assassinos — vocês, que receberam a Lei por intermédio de anjos, mas não lhe obedeceram. Ouvindo isso, ficavam furiosos e rangiam os dentes contra ele. " Atos 7:49 a 54

Enquanto havia a vibração dos anjos, a verdade incomodava o diabo, o furor dos adversários contra o inevitável, a vitória do Espírito Santo era evidente, dentes rangendo, a ira atroz indicava que Estevão, estava prestes a morrer, coisa que não o estava incomodando. Não consta se houve alguma sentença, por parte do sumo sacerdote, não importava mais nada...

"Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, levantou os olhos para o céu e viu a glória de Deus, e Jesus de pé, à direita de Deus, e disse: Vejo o céu aberto e o Filho do homem de pé, à direita de Deus. Mas eles taparam os ouvidos e, gritando bem alto, lançaram-se todos juntos contra ele, arrastaram-no para fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas deixaram seus mantos aos pés de um jovem chamado Saulo. Enquanto apedrejavam Estêvão, este orava: Senhor Jesus, recebe o meu espírito. Então caiu de joelhos e bradou: Senhor, não os consideres culpados deste pecado. E, dizendo isso, adormeceu. " Atos 7:55 a 60


Contra o Espírito somente a força dos ignorantes, ainda que momentaneamente.

Nenhum dos filhos da mentira, enxergaram a glória de Deus, nem Jesus em pé a sua direita, eles ouviram apenas a descrição do fervoroso diácono. O testemunho de Estevão humilhou os blasfemadores, o desespero era tão intenso, que procuravam tampar os ouvidos, os mentirosos queriam abafar a verdade, a tragédia não tardou acontecer, curiosamente diante da morte de um mártir, outro sem compreender ainda (Saulo/Paulo) começava a despontar, revelando que ninguém poderia impedir a ação da graça, o poder do Espírito Santo.

Deus recebeu o espírito de Estevão, já os blasfemadores, receberam as últimas palavras de Estevão:


"Senhor, não os consideres culpados deste pecado."


A força dos ignorantes não apagaram o amor, brasas ardentes se puseram sobre a cabeça deles, indicando que a recompensa de Estevão prestes se revelaria.

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Re: O suborno do diabo contra o diácono Estevão

Mensagem por Admin em Qua Jul 16, 2014 9:49 pm

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