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Memórias da santa ceia do Salvador

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Memórias da santa ceia do Salvador

Mensagem por Eldier Khristos em Seg Nov 12, 2012 6:20 pm






Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta páscoa antes da minha paixão; pois vos digo que nunca mais a hei de comer, até que ela se cumpra no reino de Deus. Depois de receber o cálice, havendo dado graças, disse: Tomai-o e distribui-o entre vós; pois vos digo que desde agora não beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus. Tomando o pão e tendo dado graças, partiu-o e deu aos discípulos, dizendo: Este é o meu corpo que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Depois da ceia tomou do mesmo modo o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança em meu sangue, que é derramado por vós. “ Lucas 22:9 a 20

Jesus ansioso pela consumação, o autor de Hebreus descreve, que nos dias que peregrinou em carne, Jesus ofereceu ao Pai preces e súplicas com forte clamor, com lágrimas incessantes até o fim, esperando que fosse salvo da morte (Hebreus 5:7), claro que não a morte da carne, foi ouvido pela reverência, como Filho aprendeu obedecer, dada as coisas que sofreu, seu corpo quando repousou no túmulo por três dias, alcançou a perfeição, com isso a condição de tornar-se autor da salvação eterna, para todos que igualmente fossem obedientes. Jesus estava ansioso, porque sabia que o espírito estava pronto, apressou seus discípulos, avisando que comeriam novamente juntos, somente no cumprimento das coisas no reino de Deus.

Ele como videira, não estaria mais presente na carne, diante disso prometeu enviar o Espírito, para ser derramado em todos os corações. Uma memória restaria na mente dos apóstolos, dos discípulos, no partir do pão, no tomar do cálice, restaria no coração de cada um deles, o momento da partida do seu Salvador, os últimos lampejos da sua presença, até que ressuscitasse ao terceiro dia, aparecendo aos doze e mais quinhentos irmãos de uma vez. Apóstolos guardaram em memória, as instruções concedidas pelo Cristo ressuscitado, sob a presença do Espírito Santo, que conforme o escritor de Atos, apareceu-lhes por um período de quarenta dias, para relatar coisas concernentes ao reino de Deus. “Não saiam de Jerusalém", foi as palavras do Cristo vivo, revelando a relevância da promessa que seria derramada, outro momento inesquecível para a memória do mundo. “Não interfiram nas datas estipuladas por Deus”, foi outra grandiosa resposta, o poder que receberiam do alto, os efetivaria como testemunhas até as extremidades da terra, após veio uma nuvem e o levou deixando os galileus perplexos.

Os apóstolos não esqueceram a nova aliança, o valor do sangue derramado, a última ceia com o Mestre. Cristo, concebido do Espírito eterno, derramou seu sangue, aqui se apresentava o sacrifício sem defeito a Deus, para purificar a nossa consciência das obras mortas, para servirmos a Deus com um coração mais atuante e santificado (vide Hebreus 9).

Por isso ele é mediador de uma nova aliança, para que, tendo intervindo a morte para a redenção das transgressões que havia debaixo da primeira aliança, os que têm sido chamados, recebam a promessa da eterna herança.” Hebreus 9:15

Um corpo para memória do mundo, o Salvador alertou o mundo, que ele era o pão que desceu do céu:

Eu sou o pão da vida. Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram. Este é o pão que desce do céu, para que o homem coma dele, e não morra. Eu sou o pão vivo que desci do céu; se alguém comer deste pão, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo, é a minha carne... Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tendes a vida em vós. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. “ João 6:48 a 54

Não existe maneira de não recordar tal declaração, quem come e bebe o sangue de Cristo, tem a vida eterna, e a promessa de um ressurgimento glorioso. “Se vocês se lembrarem de mim, não existe maneira de me esquecer de vocês”, o pão estava pendurado no madeiro, a mercê das ironias, naquele momento para muitos um pão intragável, quem entenderia o significado de “beber o meu sangue”? a santa ceia reflete um mistério, que posteriormente seria revelado na cruz, o corpo concedido por Deus ao mundo para alimento da alma.

Para igreja de Corinto, Paulo diz, que no deserto os israelitas, beberam e comeram espiritualmente, e muitos não compreenderam a questão, o apóstolo então renova a memória da ceia:


Pois eu recebi do Senhor, o que também vos entreguei, que o Senhor Jesus na noite em que foi traído, tomou pão e, havendo dado graças, o partiu e disse: Este é o meu corpo que é por vós; fazei isto em memória de mim. Do mesmo modo tomou o cálice, depois de haver ceado, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto todas as vezes que o beberdes em memória de mim. Pois todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes do cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. “ 1 Cor. 11:23 a 26

Longe de qualquer um de nós trair a memória do Senhor, aquele inesquecível momento, também se tornou doloroso pela traição. Mas, anunciando a morte do Senhor, dia após dia da nossa vida, seremos novamente reunidos a ele:

Bem-aventurados os que têm sido chamados à ceia das bodas do Cordeiro. Disse-me ainda: Estas são verdadeiras palavras de Deus. “ Apocalipse 19:9

Em nosso corpo deve haver os traços da morte de Jesus, para que a vida que existe Nele, seja revelada em nosso corpo.

Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos. “ Gálatas 5:24

Se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, estes são filhos de Deus. “ Romanos 8:13 e 14

"Pois nós que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que também a vida de Jesus seja manifestada na nossa carne mortal. " 2 Coríntios 4:11

Memórias fabulosas de uma ceia inesquecível, que fizeram com que os apóstolos continuassem anunciando a morte do Senhor, sabendo que ele jamais se esqueceria deles, dos profetas, e de nós que nos lembramos diariamente do seu sofrimento, através do defensor enviado, a saber, o Espírito Santo guia de toda a verdade, anunciador das coisas celestiais e das coisas que ainda virão acontecer.


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Eldier Khristos
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