AS MARCAS DE JESUS
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Palavra do jovem e palavra de Deus todo domingo.

Eldier






Todo o homem esteja sujeito às autoridades superiores. Pois não há autoridade que não venha de Deus; e as que há, têm sido ordenadas por Deus. Como assim?

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Todo o homem esteja sujeito às autoridades superiores. Pois não há autoridade que não venha de Deus; e as que há, têm sido ordenadas por Deus. Como assim?

Mensagem por Admin em Qui Abr 11, 2013 8:13 pm






Pode Deus compactuar com o pecado, erguer governos tiranos que machuquem o povo, permitir que o homem tenha várias esposas como no Velho Testamento, ou leis que motivem transgredir a sua própria lei, se nós vivemos na época da graça em que Cristo foi feito por nós, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção (1 Coríntios 1:30)?

O Novo Testamento esclarece que o pecado foi derrotado por Jesus:


“O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. “ 1 Pedro 2.22

“Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus. “ 2 Coríntios 5.21


Se Deus em Cristo reconciliava o mundo, pode ele erguer governos pecaminosos?

Um governo que aceita a poligamia é um governo de Satanás, um governo que adere a tirania cometendo todo tipo de injustiça, certamente não pertence ao ministério da verdade. Alguém dirá que no Velho Testamento Deus autorizava a poligamia ( tendo como exemplo as concubinas de Davi e as mil mulheres de Salomão), como disse no início do texto, Deus não compactua com a perversidade, por isso um de seus mandamentos diz “Não adulterarás” ( Êxodo 20.14), já na graça diria ainda, “...por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido. “ ( 1 Coríntios 7.2). Religiões pelo mundo assumiram tal identidade, a poligamia é permitida por algumas e pela legislação de alguns países, sendo explicada como útil ou como parte da cultura. Em alguns países existe também a perseguição religiosa, chamados para o corpo de Cristo, são impedidos de louvar ao Deus criador, também oprimidos por legislações contrárias a doutrina de Deus.

Temos no profeta Daniel o perfeito exemplo da santidade, de entendimento quanto ao cumprimento das lei de um país (mesmo no exílio), na medida em que ela não feria a lei do seu próprio Deus. Daniel não aceitou as regras da Babilônia, nem os decretos formulados pelos homens, para que ele se sujeitasse a outros deuses:

“Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a acharmos contra ele na lei do seu Deus. Então estes presidentes e príncipes foram juntos ao rei, e disseram-lhe assim: O rei Dario, vive para sempre! Todos os presidentes do reino, os capitães e príncipes, conselheiros e governadores, concordaram em promulgar um edito real e confirmar a proibição que qualquer que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões. Agora, pois, ó rei, confirma a proibição, e assina o edito, para que não seja mudado, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar. Por esta razão o rei Dario assinou o edito e a proibição. Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer. Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus. Então se apresentaram ao rei e, a respeito do edito real, disseram-lhe: Porventura não assinaste o edito, pelo qual todo o homem que fizesse uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, por espaço de trinta dias, e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei, dizendo: Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar. Então responderam ao rei, dizendo-lhe: Daniel, que é dos filhos dos cativos de Judá, não tem feito caso de ti, ó rei, nem do edito que assinaste, antes três vezes por dia faz a sua oração. “ Daniel 6:5 a 13

O saber de Deus confunde o homem natural, Pilatos achou ter mais autoridade que o Filho de Deus, não sabia que estava ali por uma vontade soberana a sua:


"Disse-lhe, pois, Pilatos: Não me falas a mim? Não sabes tu que tenho poder para te crucificar e tenho poder para te soltar? Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado; mas aquele que me entregou a ti maior pecado tem. " João 19:10 a 11

O saber de Deus ilumina o homem espiritual, para compreensão do que disse o Espírito na epístola ao Romanos por intermédio de Paulo:



" Todo o homem esteja sujeito às autoridades superiores. Pois não há autoridade que não venha de Deus; e as que há, têm sido ordenadas por Deus. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resiste à ordenação de Deus; e os que resistem, trarão sobre si condenação. Os magistrados não são para temor quando se faz o que é bom, mas quando se faz o que é mau. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; porque a autoridade é ministro de Deus para o teu bem. Mas se fizeres o mal, teme; porque ela não traz debalde a espada; pois é ministro de Deus, vingador para exercer ira naquele que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos não somente por causa da ira, mas também por causa da consciência. Porquanto por isso também pagais tributo; pois os magistrados estão ao serviço de Deus, atendendo constantemente a isso mesmo. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra. " Romanos 13: 1 a 7

A autoridade que não vem de Deus é deposta, ainda que permaneça por algum tempo, sempre prevalecerá a vontade de Deus. O próprio homem sabe que sua glória não é eterna, ele até pode blasfemar da palavra, ela no entanto é a única coisa que permanece, vemos que na história os tiranos não resistiram a ela. Ainda no mundo persistem os tiranos, com cerca de 2 bilhões de pessoas tentando sobreviver a eles, entre os piores estão:

1. Kim Jong II (Coreia do Norte) O país é governado por uma ditadura comunista passada de pai para filho. Kim, que assumiu em 1994 com o falecimento de seu pai, continuou isolando-se do mundo, permitindo a fome desenfreada e gastando os poucos recursos de seu país em programas nucleares. Além disso, a Coreia do Norte lidera o ranking de censura à imprensa e, de acordo com a Human Rights Watch, o tráfico de mulheres é um problema grave no país. Moças adultas e crianças na fronteira com a China são obrigadas a se casarem, prostituírem-se e servirem como escravas sexuais. Kim Jong II morreu em 2011 e o cargo foi assumido por seu filho, Kim Jong-un.

2. Robert Mugabe (Zimbábue) Desde 1980, o Zimbábue é governado por Robert Mugabe. Conhecido pelo comportamento homofóbico, o presidente desse país africano tem se reelegido em meio a denúncias de fraude eleitoral. O país também está bem cotado no ranking de censura à imprensa. Além disso, a fome e a epidemia de HIV não param de crescer no país. Robert Mugabe é acusado de ter destruído a economia de Zimbábue e pelas violações dos direitos humanos.

3. Than Shwe (Burma) Shwe acabou com a oposição, com prisões e detenções, negou ajuda humanitária para o seu povo depois de 2008 e prosperou no mercado negro das exportações de gás natural. Está no poder há quase 20 anos.

4. Omar Hassan Al-Bashir (Sudão) Omar Al-Bashir tomou o poder em um golpe em 1989. Acabou com a oposição e é responsável pela morte de milhões de sudaneses. O país é tomado pela guerra civil. Milícias tribais e grupos apoiados pelo governo lutam contra o Movimento pela Libertação do Povo Sudanês (MLPS). A Human Rights Watch classificou as condições dos direitos humanos no Sudão como imensuráveis. ONGs acusam o país de continuar com o tráfico de negros como escravos sudaneses. Em 2003, al-Bashir começou uma campanha de perseguição étnica e religiosa no país africano e matou mais de 180 mil pessoas.

5. Gurbanguly Berdimuhammedov (Turcomenistão) Gurbanguly Berdimuhammedov venceu as eleições de 2006 com 89% dos votos, após a morte do ditador Saparmurat Niyazov. Ficou no poder durante 6 anos. De acordo com observadores internacionais, o novo pleito não foi “nem livre nem justo”. O Turcomenistão é o vice-campeão da censura no mundo e a violência doméstica é um dos grandes problemas desse país. Em fevereiro de 2012, Berdimuhammedov foi reeleito como presidente do Turcomenistão com 97.1% dos votos.

6. Islam Karimov (Uzbequistão) Desde os tempos soviéticos, Karimov acabou com os partidos de oposição e é conhecido por torturar presos políticos nas cadeias. Após o fim da URSS, Islam foi reeleito três vezes por meio de referendos não reconhecidos pelos observadores internacionais. Quem o desafia pode se dar muito mal. O governo de Karimov ganhou fama por ter fervido duas pessoas vivas. As tropas do presidente também seguem a mesma linha, torturando manifestantes e qualquer pessoa que seja contra seu regime.

7. Mahmoud Ahmadinejad (Irã) Considerado um traidor da filosofia da libertação da Revolução Islâmica, Ahmadinejad é acusado de investir em programas nucleares. Responsável por inúmeras injustiças, costuma reprimir violentamente quem faz manifestações contra seu regime.

8. Meles Zenawi (Etiópia) Zenawi conseguiu há 20 anos derrubar o antigo ditador marxista, mas seu governo é considerado ainda pior. Conhecido por reprimir a oposição e proporcionar eleições fraudulentas, Zenawi desvia milhões para bancos estrangeiros, enquanto seu país passa por inúmeras necessidades.

9. Hu Jintao (China) Governada pela ditadura comunista desde 1949, a China enfrenta inúmeras acusações de repressão religiosa e cerceamento da liberdade de expressão. Hu Jintao, que aparentemente é um gentil governante, tem punho de ferro no governo do Tibete e muitos dizem que está à procura de novas colônias na África para extrair e monopolizar suas economias. Segundo a Anistia Internacional, milhares de pessoas são condenados à morte e executados anualmente no país. O controle sobre a imprensa e a Internet, trabalhos científicos, organizações de advogados e ONGs ainda é muito restrito.

10. Muammar al-Gaddafi (Líbia) No poder desde 1969, Muammar al-Gaddafi tentou uma reaproximação com o Ocidente em 2006. Porém, segundo a Human Rights Watch o país viola muito os direitos humanos. Lá, mulheres que são acusadas de transgredirem os códigos morais são detidas em casas de “reabilitação” e só podem ficar livres se algum homem assumir sua custódia. A imprensa também é bastante censurada. Após intensos protestos da população líbia, al-Gaddafi foi capturado e assassinado por manifestantes em 2011. Gaddafi ficou durante 42 no poder.

11. Bashar al-Assad (Síria) Bashar al-Assad está no poder desde 2000, sucedendo seu pai falecido nesse ano. As condições dos direitos humanos no país só pioram. Assad pune ativistas e grevistas, além de gastar bilhões de dólares em investimentos fora do país. A Síria prende, tortura e desaparece com opositores arbitrariamente. De acordo com a Anistia Internacional, o governo sírio impõe leis e práticas discriminatórias contra mulheres e a minoria curda que vive na fronteira com o Iraque e a Turquia. Em 2011, os diversos protestos no mundo árabe fizeram com que o governo prometesse mudanças mais rápidas no sistema político. Entretanto, a lentidão para anunciar as reformas levou a população a se revoltar e sair para a rua em diversos protestos. Os opositores foram oprimidos com violência pelo governo contabilizando mais de 2,2 mil mortos.

12. Hosni Mubarak (Egito) O Egito é governado desde 1981 por Hosni Mubarak, que sucedeu Anuar Sadat, no comando do país. Nas últimas eleições, em 2005, apareceram fraudes no processo eleitoral. Hosni já prepara seu filho para assumir seu posto. O Egito é apontado como um país com um aumento considerável na repressão e na tortura aos dissidentes.

13. Hugo Chávez (Venezuela) Chávez promovia uma democracia participativa — porém, somente ele participava. Seu governo tinha como característica a prisão de líderes da oposição, o controle da imprensa e um mandato prorrogado indefinidamente.

14. Raúl Castro (Cuba) Sucessor do famoso ditador Fidel Castro, desde 2006 Raúl Castro está à frente do governo de Cuba e mantém sob rígido controle a liberdade de imprensa e as fronteiras. Além disso, continua perseguindo os opositores. Todos acreditavam que Cuba se livraria da ditadura com a saída de Fidel Castro, porém a situação se mantém. (Fonte: Educacional)

Como poderá o evangelho adentrar pelas portas da impiedade, aqui o homem não está sujeito as autoridades como aconselhou Paulo, aqui o homem está oprimido pelo mal. Aqui o homem não está resistindo a autoridade, ele está sob risco de morte, isso representa que a vontade de Deus não está sendo executada, num país como o Brasil resistir a autoridade, é resistir a ordenação de Deus, pois somos livres para servi-lo, também em outras questões temos o direito de escolha, sabemos que existem políticos corruptos, mas o que diz a palavra de Deus se estamos refugiados em Cristo:

“Os magistrados não são para temor quando se faz o que é bom, mas quando se faz o que é mau. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; porque a autoridade é ministro de Deus para o teu bem. Mas se fizeres o mal, teme; porque ela não traz debalde a espada; pois é ministro de Deus, vingador para exercer ira naquele que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos não somente por causa da ira, mas também por causa da consciência. Porquanto por isso também pagais tributo; pois os magistrados estão ao serviço de Deus, atendendo constantemente a isso mesmo. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra. “

Quando a autoridade é uma tirania, quando a autoridade é exercida pelo domínio humano, sobre ela virá a condenação, se naquele lugar existirem escolhidos de Deus, eles de modo algum perderão a salvação.

“Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade...”

As religiões devem estar sujeitas as autoridades estabelecidas em outros países, é comum de acordo as regras, elas cumprirem a constituição vigente do país. No caso da poligamia torna o caso mais complicado, como alguém casado com vários mulheres e ao contrário, pois existem também mulheres casadas com vários homens, poderá crer no evangelho de modo a abandonar seus antigos costumes?

No mundo é perfeitamente legal ter várias esposas em mais de 50 países, em outros 20 não consta na lei, mas é culturalmente aceita. O alcorão (livro) aceita que o homem tenha até quatro cônjuges, não aos moldes de Salomão, mas em contraste com a Bíblia, isso certamente está errado diante dos olhos de Deus. Afirmam alguns antropólogos (estudiosos do homem natural) que no mundo todo, a poligamia está caindo em desuso, com a disseminação da noção de igualdade entre os sexos. Poderíamos também indagar, a questão do casamento homossexual, no Brasil a democracia impera, em alguns estados já de fato foram consumados casamentos desse tipo, será que por termos tal liberdade às igrejas também devam aceitar, aqueles que nessa situação desejam participarem dos cultos?

Devemos crer também que mesmo na aparente liberdade, a Bíblia ainda permanece como nossa carta magna, ordenou o apóstolo Pedro na sua época:

"Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos. Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei. " 1 Pedro 2:12 a 17

Não existe tirania que resista à palavra, como não existe alma em qualquer regime, que deixará de receber a palavra do Santo evangelho. Quando alguém houve a palavra misturada com a fé, quaisquer que sejam as condições em que ele (ou ela) vivem, sujeitarão suas vidas ao sacrifício de honrar a Deus. O apóstolo Paulo descreve aos efésios, que quando se ouve e crê na palavra da verdade, o homem ou a mulher são selados com o Espírito da promessa.

Por causa do Senhor temos a vida eterna, por causa dele devemos sacrificar a nossa carne, mesmo diante das legislações, dos tiranos, dos reis e governantes, sabendo que nossa causa é o Senhor, que para isso fomos calçados com o evangelho da paz. Não importa a naturalidade do escolhido (somos cidadãos dos céus), a palavra do Senhor o alcançará, o poder de Deus o protegerá, enquanto o próprio Deus silencia os insensatos, sabendo que o pó também faz parte da vida deles.

Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.


"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. " Romanos 12:1 a 2




Fontes - BBC News africa; G1; Times OnLine; The Huffington Post; Demographic and Health Surveys, do Fundo de População das Nações Unidas; USA Today; Mental Floss; IstoÉ; Práticas Sexuais - A História da Sexualidade Humana, de Edgar Gregensen; SuperInteressante; Ethnographic Atlas; Wikipedia e Band.com




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