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Palavra de Deus/on line: Habacuque 1

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Palavra de Deus/on line: Habacuque 1

Mensagem por Admin em Dom Abr 13, 2014 6:09 pm




Palavra - Habacuque 1


Até quando, Senhor, clamarei por socorro, sem que tu ouças? Até quando gritarei a ti: "Violência! " sem que tragas salvação? Por que me fazes ver a injustiça, e contemplar a maldade? A destruição e a violência estão diante de mim; há luta e conflito por todo lado. Por isso a lei se enfraquece e a justiça nunca prevalece. Os ímpios prejudicam os justos, e assim a justiça é pervertida. "Olhem as nações e contemplem-nas, fiquem atônitos e pasmem; pois nos dias de vocês farei algo em que não creriam, se lhes fosse contado. Estou trazendo os babilônios, nação cruel e impetuosa, que marcha por toda a extensão da terra para apoderar-se de moradias que não lhe pertencem. É uma nação apavorante e temível, que cria a sua própria justiça e promove a sua própria honra. Seus cavalos são mais velozes que os leopardos, mais ferozes que os lobos no crepúsculo. Sua cavalaria vem de longe. Seus cavalos vêm a galope; vêm voando como ave de rapina que mergulha para devorar; todos vêm prontos para a violência. Suas hordas avançam como o vento do deserto e fazendo tantos prisioneiros como a areia da praia. Menosprezam os reis e zombam dos governantes. Riem de todas as cidades fortificadas, pois constroem rampas de terra e por elas as conquistam. Depois passam como o vento e prosseguem; homens carregados de culpa, e que têm por deus a sua própria força". Senhor, tu não és desde a eternidade? Meu Deus, meu Santo, tu não morrerás. Senhor, tu designaste essa nação para executar juízo; ó Rocha, determinaste a ela que aplicasse castigo. Teus olhos são tão puros, que não suportam ver o mal; não podes tolerar a maldade. Por que toleras então esses perversos? Por que ficas calado enquanto os ímpios engolem os que são mais justos do que eles? Habacuque 1:2-13

Senhor ouça a minha oração? Por favor, estou clamando a ti, de todo o meu coração, ouça a minha oração. Por vezes clamamos desse modo, numa situação crítica, fora da normalidade, tão fraca está a carne, que imploramos, “Senhor ouça a minha oração”.

Habacuque clamou ao Senhor, “até quando”, cerca de 2.500 anos atrás, ele, que não sabia, teria seu clamor registrado na Escritura. Seu desejo era que o Senhor ouvisse, seu desespero era que os ouvidos do Senhor, estivessem fechados, diante de tantos e imensos pecados do povo de Judá. Habacuque não proclama juízo, nem castigo, ele implora, ele grita, seus olhos não suportam mais a violência, a opressão, o pecado do povo. Seu coração deseja justiça, ele quer ver, sua fé o impulsiona a clamar, suas palavras parecem desafiar o Senhor, claro, não existe nenhum desafio, ele é o profeta de Deus, amado, com o Espírito Santo dentro dele, tal é a confiança para conversar com o Senhor, pedir por salvação.

Habacuque deseja ver a justiça, para alento da alma, a injustiça, a contemplação da maldade, nada tem haver com o mundo do Senhor. Diante dele está o quadro pecaminoso, destruição e violência, luta e conflito, nenhuma paz, paz nenhuma, por todos os lugares a lei está enfraquecida, a justiça encolhida não se levanta, “cadê você meu Senhor”, “ouça a minha voz”.

Como queremos ouvir a voz do Senhor, refrigério é para alma, quando ouvimos a voz verdadeira do Senhor. Os justos prejudicados, a justiça pervertida, nenhum indício de vitória, “pelo amor do seu NOME Senhor, ouça e julgue meu pedido”, assim deseja o profeta. Quantas vezes vemos o justo sendo prejudicado, diante de nossos olhos, flagramos a injustiça a todo momento. Esse dias um companheiro de serviço, teve todos os seus dias descontados, um erro do recursos humanos, cuja chefia solicitou o pagamento em folha complementar, só que aquele que deveria autorizar, não permitiu que fosse feito imediatamente, autorizando apenas o depósito do salário no próximo mês, injustiça, como meu companheiro pagaria suas contas? Como comeria sem dinheiro algum? Eis que se levanta a justiça, um coração indignado, fez um cheque no valor do seu salário, na confiança, “pague no mês que vem, quando você receber o dinheiro que agora lhe foi negado”, de um lado injustiça, de outro a ajuda.

Habacuque contemplava um situação terrível, de uma nação cujos vultos do passado, se vivos, estariam todos indignados, se não fosse pelo Deus que eles tanto amaram. Dentro do coração do profeta ele sabe que alguma coisa irá acontecer, na fraqueza humana, nenhum homem sabe como o Senhor vai se apresentar diante da questão. Eis que a voz do Senhor, responde as perguntas dos profetas, “atônitos”, assim ficariam a expressão dos homens, das nações, no dia em que os babilônios se levantassem para executar o castigo. O Senhor anuncia ao seu servo, que uma nação seria levantada, ele o comandante supremo, das forças celestiais, revela o seu domínio universal perante as nações, aquilo que fora destinado ao povo escolhido, iria pertencer a outro. Se não respeitaram o Senhor como rei, um rei desconhecido agiria em nome dele, sem mesmo conhecê-lo, atestando aquilo que disse o Espírito: “Quem lhe entregou o governo da terra? E quem fez todo o mundo?” (Jó 34:13)

Se o quadro pecaminoso e idólatra apavorava o profeta, uma nação apavorante se levantaria, criadora da sua própria justiça, promotora da sua própria honra. Assim o Senhor permitiria, por opção divina assim os pecadores sofreriam as consequências, a descrição do poderio da nação, certamente apavorou ainda mais Habacuque, uma violenta cavalaria arrasaria com Judá, nenhum poder seria capaz de detê-la, nenhuma defesa ou estratégia. Os homens babilônicos eram invencíveis, não por mérito próprio, Deus estava por detrás, não que ele seja perverso, os perversos é que nada sabem, até mesmo quando são impelidos por Deus, endurecidos seus corações, vide o coração do faraó.

Amados, exaltem o Senhor. Exaltem o seu defensor. Os conquistadores cujo deus era sua própria força, declinaria o povo que um dia conquistou reinos, recebendo uma terra prometida por Deus. O Deus que um dia entregaria o Filho pelo amor do mundo, também por amor, deixaria que Judá fosse levada para outro cativeiro, esperando que voltassem para ele. Em todas essas drásticas medidas, repletas da mais pura justiça, a palavra de Deus procurou moldar um povo desobediente, eles ao contrário desprezaram a justiça. Habacuque reconheceu a sabedoria do Senhor, sua eternidade, imortalidade, justiça. A nação que traria o juízo, foi atraída pela rocha, foi Deus que determinou o mal, pois não haveria maneira do povo escolhido ser derrotado, senão pela ausência de Deus, ele que tantas vitórias concedeu a Israel.

Para os homens incrédulos, que adoram acusar o Senhor de ser injusto, até mesmo assassino, pelas histórias que contam os profetas, aqui está a resposta as suas heresias, os olhos do Senhor são puros, eles não suportam ver o mal, antes porém estão sobre os justos, atentos as suas orações , mas o seu rosto é contra os que fazem mal (1 Pedro 3:12).

“Teus olhos são tão puros, que não suportam ver o mal; não podes tolerar a maldade.”

O profeta perguntou ao Senhor coisas difíceis, não como o colocando contra a parede, o Espírito dentro dele, o Espírito de Cristo, estava intercedendo a favor dos justos.

“Por que toleras então esses perversos? Por que ficas calado enquanto os ímpios engolem os que são mais justos do que eles? “

Se o povo permaneceu sob domínio assírio, passando ao cativeiro babilônico, também essas nações seriam julgadas, Deus enviaria um libertador, Ciro. Muito tempo se passou até a chegada do redentor, o intercessor definitivo, os desprezadores também se espantaram, todos os incrédulos viram a obra do Senhor. Desprezadores no tempo de Habacuque, desprezadores no tempo que se chama hoje, que não depositam sua confiança no Senhor, antes desconfiam do seu poder. Ficam atônitos os que não são da fé, que não acreditam que Deus tanto pode suscitar uma nação para promover sua justiça, quanto levantar “um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras” (Tito 3:5).

Na última frase de sua oração Habacuque escreveu: “O Senhor Soberano é a minha força...” (Habacuque 3:19)

Glória ao Altíssimo!! Se o profeta começa dizendo, “até quando”, o término exibe uma confiança inabalável, “O Senhor soberano é a minha força”. Todas as suas perguntas são respondidas, todas as suas dúvidas desaparecem. Você irmão, irmã, como escreveu Habacuque, vive pela fé (Habacuque 2:4), vive pelo poder de Deus, o Filho por ele enviado confiou que retornaria da morte, Habacuque confiou em Deus, porque enxergou a salvação, não sobreviveria os dias maus da sua época senão pela força do Senhor.

Você até pode dizer “até quando”, mas a confiança sempre responderá, “não importa quando, o Senhor é Soberano sobre a sua vida”.

Habacuque se alegrou! Glória a Deus para todo o sempre. Amém!

Graça e paz.

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