AS MARCAS DE JESUS
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“Pai nosso”: os ázimos da sinceridade e da verdade

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“Pai nosso”: os ázimos da sinceridade e da verdade

Mensagem por Admin em Qua Maio 21, 2014 10:14 pm




"...os pães sem fermento da sinceridade e da verdade." (1 Coríntios 5:8)


Hipocrisia não combina com Deus. Os hipócritas estão entre nós, não posso acusar ninguém, estando igualmente sujeito um dia ou outro ao ato da hipocrisia. Servir a Deus sem hipocrisia, meu Deus! Como? Pelo modelo de Cristo, se aceitar o seu modelo, estarei pronto a ser fiel e sincero no decorrer da minha vida, seguindo alegremente a sua sadia doutrina. Jesus condenava a atitude hipócrita na sua época, hoje também os fariseus modernos ainda insistem, em exaltar seus mandamentos humanos acima dos mandamentos de Deus (Mateus 5:20).

Devemos aprender como orar, “eu sei orar”, devemos nos dispor a aprender com Cristo, “eu sei como Cristo fez”, devemos abandonar a humanidade, para investir no homem espiritual, “eu faço isso diante de Deus”, será que somos mais sinceros com a tradição ou com Cristo? Jesus não quer que nenhuma atitude nossa, seja relacionada a hipocrisia, a oração eficaz que sobe ao céu deve ser puramente digna. Seja qual for o lugar, palavras escolhidas, palavras costumeiras, palavras sem fundamento, não terão validade diante de Deus. Jesus não quer que sejamos como os hipócritas, que gostam de se aparecer, não importando o tempo. No passado e no presente todos os hipócritas receberão sua recompensa. Importante é sermos visto por Deus, mesmo quando estamos em meio há muitas pessoas, Deus deve ser visto por todos os presentes, em vez de uma imagem vazia de um homem ou mulher. Eu tenho que enxergar Deus em todas as situações, caso contrário serei eu que estarei me apresentando, na aparência exterior não existe a presença interior do Espírito.

Se não tiver uma porta para fecharmos, um quarto para entrarmos, que nossa humildade seja posta em evidência diante de Deus, não é o lugar, é a motivação. As melhores orações são as sem palavras (de uma alma castigada), o Senhor não quer uma oração repetitiva, ele quer que nosso espírito seja constante e verdadeiro, podemos pedir várias vezes a mesma coisa, o que não podemos é pedir coisas com falta de sabedoria.

“Da mesma forma o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.” Romanos 8:26

Caros e sábios leitores, necessito do Senhor para tudo e todas coisas, falar tantas vezes com Deus, sem saber falar com ele, denota que todo o nosso aparente esforço é em vão. Como saber falar com Deus? Como falar tendo atenção do Senhor? Nos Salmos vemos uma infinidade de pedidos dos autores, para que o Senhor ouça a oração deles, “Senhor ouça a minha oração”, profetas também oraram ao Senhor, apóstolos dirigiram seu pensamento diante de Deus, aconselhando toda a igreja a orar sem cessar, sem que houvesse a extinção do Espírito (1 Tessalonicenses 5:17). Do céu desceu o Filho de Deus, que veio entre tantas coisas, sendo a principal salvar, ensinar o seu povo a orar a Deus, sem que fossem semelhantes aos hipócritas.

Se Deus já sabe o que vamos pedir, quando repetimos muito nossos pedidos, parece que duvidamos do seu poder, se eles demoram serem atendidos, fica ainda mais complicado, sendo um sinal de que Deus não vai se envolver com tal oração. Diante do desespero exigimos rápida misericórdia, “Senhor reaja imediatamente”, “salva-me agora”, “cadê você Senhor”, o pânico que envolve a alma nos atormenta, como não agir com hipocrisia, como não importunar a Deus com coisas desnecessárias. Estamos sujeitos a coisas terríveis, a qualquer momento não estamos livres do mal, salvo pela bondade de Deus, contudo, até mesmo os justos que entregam suas vidas a Deus, podem ser acometidos por algo que nunca esperavam, ou que envolve outros a quem ama. Certo é que os ensinamentos de Jesus, se destinavam aos fariseus, combatendo a arrogância da sua falsa justiça. Pai, temos um só, o modelo de oração do Filho de Deus foi perfeito:

“Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal, porque teu é o Reino, o poder e a glória para sempre. Amém’. Mateus 6:5-13

Ao Pai que está no céu, entregamos todo nosso ser, ao único e santo, desejando o seu reino que pode nos separar desse mundo hipócrita, toda a nossa vontade deve ser a vontade dele, seu comando extrapola o céu e a terra, ele é soberano em qualquer dimensão, tendo o pão nada pode incomodar o homem, o perdão sincero demonstra o grau de maturidade cristã, que não se equivoca, evitando ser alguém sem paz com o outro, tendo a audácia de pedir perdão pelos seus pecados. No nome de Cristo tudo acontece, não sinto necessidade de falar de coisas materiais, mas aquelas ligadas diretamente ao aperfeiçoamento do espírito. Alguns homens não perdoam dívidas, alguns homens no modelo de Cristo apagam as dívidas, “Senhor perdoa”, “Senhor eu perdoei, “Senhor tudo o que fiz foi sincero”. Nenhum fariseu poderia livrar alguém, ou a si próprio do mal, essa oração ensina o crente entre tantas coisas a confiar, que somente Deus pode conceder o revestimento diante da tentação, juntamente com o livramento sobre todo mal, afinal, não existe um mero mortal que possa medir o poder da justiça divina.

Tudo é dele, reino, poder, glória, tudo do Senhor é eterno, sublime eternidade, a disposição do crente, contra qualquer sintoma de hipocrisia. Os fariseus diante dos ensinos de Jesus, odiavam-no tanto por não ter o que responder, que no seu coração já haviam ceifado a vida do Filho de Deus. Negaram mataram o santo e justo, o autor da vida, tudo por causa da ignorância (Atos 3:14-17) mas Deus o ressuscitou dos mortos (Atos 3:14-17).

Quando orarmos seja conforme o modelo de Cristo, segundo o Espírito, que nossa prontidão seja contrária a dos fariseus cujo interior estava repleto de hipocrisia e iniquidade (Mateus 23:28). A sabedoria que vem do alto não vem adicionada com o fermento da hipocrisia (Tiago 3:17), o homem que despreza a sabedoria do alto, cai nas teias da sabedoria terrena, que se mistura com o fermento dos fariseus, “que é a hipocrisia.” ( Lucas 12.1).

Feliz é aquele que ora de maneira pura, envolvido com a virtude do Espírito, que está bem ali ao nosso alcance.

“Pai nosso...”

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