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Manassés viveu muito tempo separado do Senhor, mas a graça o alcançou

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Manassés viveu muito tempo separado do Senhor, mas a graça o alcançou

Mensagem por Eldier Khristos em Qui Ago 07, 2014 12:09 pm






Não é uma história feliz, a má influência destruiu o filho de Manassés, Amom, ainda que o pai tenha se arrependido. Judá aderiu a idolatria de outras nações, a prática do espiritismo, Manassés antes da sua conversão foi um tirano, que havia derramado “muitíssimo sangue inocente” ( 2 Reis 21:16), sua liderança liberou o pecado no reino, diante de Deus seu coração era negro.

A prática do mau, o líder praticava intencionalmente, ele era o espelho do povo, que reinou por cinquenta e cinco anos em Jerusalém (2 Crônicas 33:1). O que era detestável em outras nações,  que o Senhor já havia expulsado de diante dos israelitas (2 Crônicas 33:2), ele importou para ser utilizado pelo povo. O que estava demolido, reconstruiu, os altares idólatras, inclinando-se e prestando culto diante dos baalins e postes sagrados (2 Crônicas 33:3).

Desonrou o nome do Senhor, construindo altares no seu templo, sua insanidade não se pode medir, se existe um nível de influência diabólica, de 1 a 10, ele era 11, até mesmo seus filhos foram queimados em sacrifício, ele aderiu a feitiçaria, adivinhação, magia, consulta a médiuns e espíritas, pecados reprováveis diante do Senhor, que impulsionou a ira de Deus (2 Crônicas 33:4-6).

Manassés possuído de um ideal, contrário a justiça divina, colocou um imagem no templo em Jerusalém, no qual o Senhor escolheu, dentre todas as tribos de Israel, havendo dito a Davi e Salomão, que poria o seu NOME para sempre (2 Crônicas 33:7). Entristece o coração em pensar o quanto isso desagradou a Deus, nós também somos imperfeitos, não há motivo para comparar o nosso testemunho com o de Manassés, na humildade devemos ter o mesmo comportamento de Cristo, sem qualquer tipo de vanglória.

Se não temos culpa alguma, regozijemos, se existe algo que incomoda, oremos para que o Senhor retire a má influência, que a nossa liderança seja divina, Deus é o nosso rei.

Aos israelitas bastavam permanecer no cuidado as leis ordenadas, através de Moisés, eles preferiram seguir o caminho do desencaminhado Manassés, “a ponto de fazerem pior do que as nações que o Senhor havia destruído diante dos israelitas” (2 Crônicas 33:9). Deus tentou dialogar com Manassés e o povo, “mas não lhe deram atenção” (2 Crônicas 33:10), sobreveio então o castigo sobre o rei, ele caiu diante do exército da Assíria, no rosto que outrora se desviava de contemplar o Senhor viu-se o pavor, quando foi amarrado com ganchos, as mãos foram algemadas, e lá se foi para Babilônia (2 Crônicas 33:11).

Se livre ocupou o tempo para o pecado, preso teve tempo para analisar o que tinha feito de errado, os danos que causaria o seu legado. Aquele coração negro transformou, ele buscou o favor do Senhor, o seu Deus, o ato da humilhação, acalmou a ira do Criador, Manassés enfim recordou toda a benevolência de Deus com o seu povo amado (2 Crônicas 33:12).

Houve quem se arrependeu, mas não encontrou o favor do Senhor, Manassés achou o tesouro da misericórdia, sua oração foi ouvida, seu pedido atendido, o Senhor o levou de volta a Jerusalém, ao seu reino, “e assim Manassés reconheceu que o Senhor é Deus” (2 Crônicas 33:13). Na prisão nasceu o fruto do arrependimento (Mateus 3:8), com a consciência purificada,  deixando-se guiar pelo Senhor, passou a ocupar o seu tempo em cuidar do reino (2 Crônicas 33:14).

A imagem que ele havia colocado no templo, bem como os altares idólatras que havia construído “jogou-os fora da cidade” (2 Crônicas 33:15).

“Então restaurou o altar do Senhor e sobre ele ofereceu sacrifícios de comunhão e ofertas de gratidão, ordenando a Judá que servisse o Senhor, o Deus de Israel.O povo, contudo, continuou a sacrificar nos altares idólatras, mas somente ao Senhor, ao seu Deus. “ (2 Crônicas 33:16-17)

Nos registros, seu pecado e infidelidade não foram apagados, mas lá ficou foi mencionado a oração e a resposta de Deus a Manassés, bem como seu ato de humilhação. O filho que o sucedeu não deu valor a essa humilhação, preferiu seguir o mal exemplo do pai, multiplicando os seus delitos, seus próprios servos o mataram em sua casa (2 Crônicas 33:23-24).

Deus sonda os corações, ele não necessita mostrar, aquilo que está dentro de cada um, nem apresentar o motivo pelo qual ele exerce ou não sua misericórdia. O Senhor responde a quem quiser, concede seu favor a quem nós não sabemos, nós como filhos, devemos compreender sua decisão, tendo em mente que assim também é conosco. Se ele retirar o coração de pedra, transplantando um de carne (Ezequiel 36:36), representando a sensibilidade, ninguém pode questionar alguma coisa. Se alguém aprisionado se arrepende dos seus feitos, recebendo de Deus perdão, é o poder do Senhor que minuciosamente, encontrou o sentimento da verdade.

Manassés viveu muito tempo separado do Senhor, mas alcançou a união com Deus.

“O oleiro não tem direito de fazer do mesmo barro um vaso para fins nobres e outro para uso desonroso?” (Romanos 9:21)


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Manassés (696* -641*A.C.). 33:1-20. Foi Manassés, mais do que qualquer outra coisa, que causou a destruição do Reino de Judá (II Reis 23:26; 24:3). Este mau filho de um pai piedoso teve o mais longo reinado concedido a um rei hebreu. (D. L. Moody)



Eldier Khristos
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