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Os apóstolos em último lugar

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Os apóstolos em último lugar

Mensagem por Admin em Qui Nov 13, 2014 6:07 pm



“Tanto vocês como Deus são testemunhas de como nos portamos de maneira santa, justa e irrepreensível entre vocês, os que crêem. Pois vocês sabem que tratamos cada um como um pai trata seus filhos, exortando, consolando e dando testemunho, para que vocês vivam de maneira digna de Deus, que os chamou para o seu Reino e glória. “ 1 Tessalonicenses 2:1-12

Qualquer comparação com as maneiras de hoje, pode ser grande a frustração. Meu Senhor, Deus do teu povo, o que relata a Escritura sobre a “maneira santa” dos apóstolos, faz a alegria da alma, ainda que não encontremos nos líderes de hoje, uma disposição justa e irrepreensível, não por falta de ensino, e sim pela ausência de dedicação que são a causa do afastamento da sua sã doutrina.

Deus é a principal testemunha a favor ou contra os líderes, o supremo dos céus, observa o comportamento dos que dizem ser colocados para cuidado da sua casa. Para alguns seria uma vergonha aceitar que nunca trataram como pai, o filho que veio desesperado procurando ajuda, admitindo que suas traquinagens de tornaram mais sérias.

Pais ignorantes expulsam os filhos de casa, pais sem temor de Deus, expulsam os filhos da casa de Deus. Ah Senhor quem dera não fosse assim, que o amor sobrepujasse a ignorância humana, que todos pudessem ser envolvidos pela tua paz.

Paulo admitiu que Deus o chamou para ser pai, ele gerou muitas igrejas pelo testemunho de Cristo. Como um “pai trata seus filhos”, assim eles tratavam a igreja, que com membros nascidos de novo, necessitavam dos ensinos convenientes, para um crescimento perfeito diante de Deus. A competência apostólica foi decisiva para que a igreja, vivesse de maneira digna diante de Deus, sabendo principalmente que não para viver neste mundo, mas pelo chamado para o Reino de glória.

Paulo preparava os tessalonicenses, o presente era dedicado ao futuro, em todas as partes da vida cristã, lá estava o pai acalentando os filhos, educando, corrigindo, vibrando a cada vitória, sem temer a decepção, sem desprezo, não que provavelmente, não fosse se entristecer por alguma atitude, um problema grave, um pecado, nem isso, cremos, fazia com que ele abandonasse seus “filhos”.

Muitas foram as batalhas, imensas as dificuldades, um novo nascimento, a gestação de uma nova criatura, para viver em conformidade com o reino de Deus, absorvia todas as energias de Paulo, graças a Deus, elas eram renovadas pelo poder de Deus. O pai dedicado tinha o objetivo de criar um filho, para que ele não se perdesse, ele era o modelo para os filhos que iam nascendo, sua experiência anterior foi abandonada, para que a experiência de Cristo, fosse o único argumento a dar o perfeito crescimento.

Cristo se portou no mundo, de maneira santa, justa e irrepreensível, para modelo dos que iriam crer. Os apóstolos permaneceram na mesma vereda, para consolo dos filhos que iriam ser gerados pela semente incontaminada. Os líderes da igreja primitiva, cremos, não abandonavam seus filhos, para que eles fossem adotados por outras doutrinas.

Hoje é comum soltar a mão de um filho pecador, não que o Senhor não possa mover outro coração, para que pegue novamente a mão do abandonado.

Viver de maneira digna, não é um problema, quando somos descendentes de Cristo. Para o Reino e para glória, do novo nascimento a ressurreição, aqui está a nossa esperança. Neste mundo onde as coisas parecem tão frias, somente o alento fervoroso do Espírito, pode nos ensinar a manter o nosso bom procedimento em Cristo.

Imaginemos os apóstolos, congregados com à igreja primitiva, seus passos, seus olhos, suas mãos, dedicadas ao zelo de preservar. A maneira santa, justa e irrepreensível, a dedicação de se esvaziar para preencher um coração. O ensino perfeito e a perseverança. Como um pai olha para o filho recém-nascido, assim eles deveriam olhar para os novos convertidos, o pensamento certamente era um só, como pais legitimados por Deus, o dever era de acompanhar os “filhos” até a entrada do reino, sabendo sem qualquer temor, que enquanto o último não adentrar, eles de modo algum se atreverão a entrar primeiro.

“Porque me parece que Deus nos colocou a nós, os apóstolos, em último lugar, como condenados à morte. Temo-nos tornado um espetáculo para o mundo, tanto diante de anjos como de homens.” (1 Coríntios 4:9)



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