AS MARCAS DE JESUS
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Judas (não o traidor): uma nuvem cheia de água, uma árvore cheia de frutos

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Judas (não o traidor): uma nuvem cheia de água, uma árvore cheia de frutos

Mensagem por Eldier Khristos em Sex Dez 12, 2014 5:58 pm



"São pastores que só cuidam de si mesmos. São nuvens sem água, impelidas pelo vento; árvores de outono, sem frutos, duas vezes mortas, arrancadas pela raiz." Judas 1:12

Diz o Espírito, batalhem pela fé, batalhem contra aqueles, que se infiltram em vosso meio, para transformar a graça em libertinagem, negando a pessoa de Cristo. Os incrédulos do Egito foram destruídos, os anjos rebeldes estão presos aguardando o juízo, os imorais de Sodoma e Gomorra foram consumidos pelo fogo. Aqueles que desabitados do Espírito do Senhor, se entregaram a contaminação de seus corpos, terão fim semelhante aos incrédulos do passado (Judas 1:1-8).

Lute igreja, contra toda heresia, toda filosofia, que venha negar a pessoa de Cristo, deturpar a sã doutrina, ironizar o evangelho da graça. Volte seu coração ao escrito de Judas, o destino da sua carta, aos corações que ele escreveu, procurando estimular a batalha pela fé. Orem para que vosso coração, seja imunizado com a confiança, que entenda como outros não entendem, o que realmente é a grandeza de Deus.

Homens insensíveis, sem o Espírito, corrompidos, incrédulos como Caim, imorais como Balaão, rebeldes como Corá.

Caim assassinou Abel, ele pertencia ao maligno.

“E por que o matou? Porque suas obras eram más e as de seu irmão eram justas.” (1 João 3:12)

Balaão, homem mentiroso, cheio de cobiça, atraiu Israel para a imoralidade sexual, a adoração aos deuses pagãos (Números 25:1). Moisés, o vingador do Senhor, promoveu a purificação. Alguns do povo que seguiram o conselho de Balaão, entregando-se a infidelidade, a depravação diante dos olhos do Senhor, foram consumidos por uma praga (Números 31:16).

Citação de Balaão no Apocalipse:

“No entanto, tenho contra você algumas coisas: você tem aí pessoas que se apegam aos ensinos de Balaão, que ensinou Balaque a armar ciladas contra os israelitas, induzindo-os a comer alimentos sacrificados a ídolos e a praticar imoralidade sexual. “ (Apocalipse 2:14)

Corá foi um rebelado entre o povo, que se levantou contra Moisés, não morreu de morte natural, como morrem os homens, seus seguidores foram engolidos pela terra (Números 16:32), Já Corá foi consumido pelo fogo, junto com duzentos e quarenta e nove homens que ofereciam incenso (Números 16:35). Os opositores revoltados com a morte dos rebeldes, cerca de quatorze mil e setecentos, morreram da praga lançada por causa da murmuração.

Todos esses eram homens que nada entendiam, animais irracionais, que soltos no meio de um povo santo, corrompiam todos os instáveis, que não firmados pela verdade, dedicavam o seu coração a mentira. Da época de Caim, Balaão, Corá, até os dias de Judas, os perversos continuaram atormentando a graça de Deus, infiltrando-se no meio do povo, buscando a quem poderiam desviar do caminho da verdade.

Os cultos de adoração judaicos, segundo comentaristas bíblicos, estavam sendo invadidos por tais mentes pecaminosas, na procura de destruir a comunhão entre os presentes, desvirtuar a verdadeira intenção que não poderia ser outra: cultuar louvor perfeito ao único Deus. Além do consolo a Escritura também adverte: não somos seguidores do nosso próprio destino, nem mais perseguimos nossos próprios desejos, nosso destino é seguir Jesus Cristo, ele é o nosso maior desejo, acima da falsidade, da corrupção, da mente contaminada.

Os perversos irão se levantar em todo o tempo, contudo, dispomos de armas, não humanas, poderosas em Deus para destruir as fortalezas, os argumentos, toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus (2 Coríntios 10:5).

As batalhas contra a apostasia jamais cessarão, os contantes ataques a santidades, a fé dos convertidos, não resistem ao eficaz poder de Deus, de antecipar a defesa do homem justo. As rochas submersas sempre encontram o barco dos desavisados, que acabam naufragando por causa da imprudência ou distração. Os falsos penetravam as festas, as refeições comuns entre os crentes, com objetivo de levar ao naufrágio a fé dos cristãos, a comunhão era afetada pela desonra.

O cuidado com as coisas de Deus, está na comunhão íntima dos cristãos, preocupados em agir com obediência, qualquer espírito contrário as determinações da Escritura, são como Judas mencionou, nuvens sem água, árvores que não concedem frutos mesmo estando na estação correta. A quem espere a chuva, a quem espere os frutos, nuvens sem água, árvores sem frutos, eram os infiltrados no meio do povo, que esperava por algo divino, mas só recebiam promessas vãs e vazias.

As ondas ferozes tantos trazem os detritos, quanto podem arrastar os barcos. Antigamente navegadores se guiavam pelo céu e pelas estrelas, o problema era quando o céu estava nublado. A eficiente comparação de Judas, refere-se aos homens, cuja boca só trazem vergonha, destruição para quem insistir em segui-los.

Trevas aos ímpios,
Luz aos justos,
Jesus espera o seu povo,
O lago de fogo o acusador.

E assim encerra a carta do irmão de Jesus:

“Àquele que é poderoso para impedi-los de cair e para apresentá-los diante da sua glória sem mácula e com grande alegria, ao único Deus, nosso Salvador, sejam glória, majestade, poder e autoridade, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor, antes de todos os tempos, agora e para todo o sempre! Amém.” Judas 1:24-25

Eldier Khristos
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