AS MARCAS DE JESUS
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Graças a Deus parou de doer...

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Graças a Deus parou de doer...

Mensagem por Admin em Ter Mar 03, 2015 12:16 pm






“Verdadeiramente foi ele quem tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos como aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos devia trazer a paz, caiu sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos nós sarados.” (Isaías 53:4-5)


Sensibilidade, Isaías adquiriu sensibilidade, para descrever os sofrimentos do seu Salvador, nenhum pensamento humano, exprimiu de maneira tão perfeita, os sofrimentos da vida que seria entregue pelo amor do mundo.

É verdade, ele sofreu, não queira o homem comparar a morte, ainda que pessoas tenham sofrido em toda história, sentenciados a mortes horrendas, a luta do Salvador  foi contra o pecado, a morte, a acusação, o diabo e seu anjos que foram precipitados a terra. Ele enfrentou a fúria do acusador, para pelo seu Nome, dar a vitória a quem haveria de crer. Não amou a vida que teve, amou dar a vida para termos vida, o diabo sabe que resta pouco tempo, sabendo que o justo está sendo conduzido a eternidade.

Nem todos levam a sério que um homem possa ser considerado mártir, a Bíblia traz alguns exemplos de mártires, alguns conhecidos como Abel, os profetas, João Batista, Estevão, Tiago, outros embora não se anuncie o nome, experimentaram escárnios, açoites, cadeias, prisões, apedrejamentos, tentações, “foram serrados ao meio; morreram ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, aflitos e maltratados {dos quais o mundo não era digno}, errantes pelos desertos e montes, e pelas covas e cavernas da terra” (Hebreus 11:36-38).

O sofrimento de Cristo, é a conclusão desses sofrimentos, em cada um dos que sofreram, ele também participou das dores, enfrentou os cativeiros, torturas, blasfêmias, difamações. É também a antecipação do que estava por vir, na carta ao Coríntios o Espírito autoriza o apóstolo, a descrever as situações que passou, os açoites, seu apedrejamento, naufrágios, a noite em que passou num abismo, os perigos das viagens, nos rios, por causa dos salteadores, dos seus próprios irmãos, dos gentios, na cidade, no deserto, no mar, entre falsos irmãos, por causa da fome, sede, frio, nudez (2 Coríntios 11:24-27).

Outros apóstolos foram presos, machucados, expulsos, exilados, livres por um pouco de tempo da boca do leão, preservados das más obras, guardados para o reino celestial (2 Timóteo 4:18).

Não posso pensar que Jesus sofreu somente na cruz, ele sofreu em todo tempo, sempre esteve junto com seus servos, nos momentos em que se sentiram abandonados, lá estava o espírito de Cristo, se condoendo, enviando forças, promovendo milagres, restaurando a honra, purificando o coração, inspirando as bocas a dizerem suas palavras.

O Espírito de Deus ia até eles, motivando suas vidas, a não desistirem do reino de Deus, a pátria celestial, a cidade projetada no céu. A maior derrota aplicada ao diabo, foi no deserto, com três respostas atordoantes, Jesus mostrou a que veio, ali estava toda a força dos que sofreram, também dos atribulados que sofreriam pelo seu nome, todos responderam ao diabo, uma grande multidão.

Ao derrotar o diabo, os anjos desceram mais do que depressa, para encher o Salvador de carinho, o Pai estava orgulhoso olhando a sua direita, em breve o Filho estaria assentado ao seu lado, depois que seu corpo fosse machucado, perfurado, esmagado, cuspido. As marcas da violência puderam ser percebidas, quando ele se apresentou aos seus discípulos, bem fizeram aqueles que tiraram o corpo do Senhor da cruz, preparando o seu corpo para ser sepultado.

O cálice estava repleto, ele precisava tomá-lo, cumprir a vontade do Pai, sustentar a promessa a Abraão, as profecias, em determinado momento, a agonia fez suar sangue, “grandes gotas de sangue, que corriam até o chão” (Lucas 22:42-44), participando da carne, reconciliando o mundo com Deus (2 Coríntios 5:19), seus últimos momentos de humanidade, tinham o propósito de pela sua morte, aniquilar “o que tinha o império da morte, isto é, o diabo” (Hebreus 2:14-16).

O peso do sofrimento era maior do que qualquer outro, seus ferimentos, sua opressão, o esmagamento do seu corpo, o castigo atroz, aumentando sobre ele, diminuindo sobre nós. Ele recebeu o impacto de toda a guerra que o diabo impôs sobre ele, para trazer paz ao mundo, esvaziou-se para encher, o mau despejou sobre ele toda sua ira, ele derramou sobre o mundo todo o seu amor.

Verdadeiramente, fomos sarados.

Qualquer sintoma contrário, não permanecerá, se formos vencidos pela carne, nosso espírito é invencível, não somos mais que vencedores à toa, mesmo o diabo sendo contra, “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8:31).

Graças a Deus parou de doer...

“Verdadeiramente foi ele quem tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos como aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos devia trazer a paz, caiu sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos nós sarados.” (Isaías 53:4-5)
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